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domingo, 9 de novembro de 2008

DIA DE S. MARTINHO

http://doce.rio13.googlepages.com/s.martinho.ppt

Uma história para pequenos e crescidos lá de casa...

DIA DA ESCOLA



Para continuar a implementar um diálogo entre culturas, baseado na tolerância e na partilha, vamos celebrar o dia da Escola apresentando trabalhos, em PowerPoint, elaborados pelas turmas 10º6 e 10º8, no ano lectivo anterior, subordinados ao tema: Pessoa e Cultura.
O programa será o seguinte:
exibição, no Anfiteatro do pavilhão 4, dos trabalhos elaborados pela turma 10º6, entre as 12.30h e as 13.15h e, dos trabalhos elaborados pela turma 10º8, entre as 17.45h e as 18.30h.
Está convidada toda a comunidade escolar.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008


DIA DE TODOS-OS-SANTOS

EMRC, Festas e Tradições Portuguesas - Novembro
Festas e Tradições Portuguesas
Jorge Barros, Soledade Martinho Costa (Círculo de Leitores)
Dia de Todos os Santos
DIA 1
Celebração universal, fixada oficialmente
no século IX, em louvor de todos os santos
da Igreja Católica.
Nos primeiros séculos da era cristã, o culto de louvor aos santos resumia-se unicamente aos mártires, que
usufruíam da veneração dos fiéis, com as celebrações em sua intenção a terem lugar nos subterrâneos das
catacumbas e no interior das primeiras basílicas. Em Antioquia, o primeiro domingo de Pentecostes ou o
domingo imediato era reservado à consagração de todos os mártires em comum, culto que se estendeu ao
Ocidente, dedicado depois a todos os mártires e também aos Apóstolos e aos anjos. No início do século
VII (609), quando o papa Bonifácio IV recebe e santifica a propriedade do Panteão do Campo de Júpiter
ou de Marte (templo mandado construir por Vipsânio Agripa, general romano, ministro e genro do
imperador Augusto, encerrado ao culto desde o século v), toma a iniciativa de que o famoso panteão seja
dedicado à Virgem Maria e a todos os cristãos já canonizados. Enquanto não se procedeu à sua
beatificação, eram adorados no panteão romano o Sol e os cinco planetas até aí conhecidos, símbolos dos
deuses pagãos. Um ano depois, a 13 de Maio, para assinalar essa dedicação, realiza-se a primeira festa
litúrgica em comemoração de todos os santos em geral.
De acordo com a tradição, os primórdios da festa (Idade Média) prendem-se também com o facto da
Igreja poder ter esquecido durante o ano, nas suas celebrações, o nome de algum santo e de omitir aqueles
que não figuravam no calendário litúrgico, aos quais correspondiam algumas festividades de cariz
particular a eles consagradas, corrigindo desta maneira essa falta - além de se admitir que a celebração
traria benefícios graças à intercessão de todos os santos junto de Deus, devido às orações que lhes eram
dedicadas neste dia pêlos fiéis.
Designado primitivamente dia de Nossa Senhora dos Mártires, a data foi celebrada durante mais de dois
séculos no dia 13 de Maio com um ofício próprio, enquanto por volta de 737 passa a ser incluída no
cânone da missa uma alocução dedicada a todos os santos. Ainda no século VIII (741), Gregório III
manda erigir na Basílica de São Pedro, em Roma, uma capela dedicada ao Divino Salvador, a sua
Santíssima Mãe, aos Apóstolos e a todos os mártires e confessores, dando-se assim um maior impulso à
Festa de Todos os Santos. No século IX (835), a data desta festa religiosa é então fixada no dia l de
Novembro pelo papa Gregório IV, que de há muito vinha pressionando Luís I, o Piedoso, rei de França,
de modo a emitir um decreto que oficializasse a celebração. Com efeito, a partir de 837, por decreto real,
a data da festividade no dia l de Novembro torna-se universal, constituindo uma das maiores solenidades
para toda a Igreja Cristã.
No final do século X, Santo Odilão ou Odilon, quarto abade de Cluny (994-1048), junta às celebrações
em louvor dos santos algumas orações em favor do descanso eterno dos defuntos. Esta introdução levou
mais tarde a que se procedesse à separação das duas datas, vindo o dia l de Novembro a ser consagrado a
todos os santos da Igreja Católica, enquanto o dia 2 passou a ser dedicado exclusivamente aos fiéis
defuntos.

Celtas inventaram o Halloween para celebrar os espíritos de seus mortos


O Halloween nasceu entre os celtas, que, em 31 de outubro, véspera de seu ano novo, faziam uma grande fogueira em homenagem aos mortos (Foto: Arte/G1)

Quando os celtas inventaram o Halloween, a tradição não mandava comer guloseimas nem se fantasiar de bruxa. O objetivo era celebrar o começo do inverno e homenagear os espíritos dos mortos. Na região da atual Irlanda, há aproximadamente 2 mil anos (data estimada pelos historiadores), os celtas comemoravam seu ano novo em 1º de novembro, data que também marcava o fim das estações quentes do ano. Eles acreditavam que, na véspera, chamada de “Samhain”, o mundo dos vivos e dos mortos se mesclava. A festa do “Samhain” incluía o sacrifício de animais e uma grande fogueira em homenagem aos mortos. O cristianismo é que teria injetado o ar “diabólico” ao Halloween, já que associava espíritos e fantasmas ao paganismo e ao mal. Mas a festa originalmente não tinha a intenção de ser assustadora, mas sim uma celebração.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

sexta-feira, 6 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

SEMINÁRIO-Viver na Multiculturalidade

Decorreu na Escola, no passado dia 12 de Maio,no Pavilhão 4, Auditório, um Seminário em que os alunos ,das turmas 10º 6 e 10º 8, apresentaram à Câmara Municipal e à Comunidade Escolar, 8 trabalhos relacionados com o tema:Pessoa e Cultura.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Inquérito Socioeducativo

O Dr. Manuel Morgado apresentou no Seminário - Viver na Multiculturalidade, no dia 26 de Maio de 2008, o resultado do "Inquérito Socioeducativo" realizado na Escola Secundária de Seomara da Costa Primo, no ano-lectivo 2007/2008
Veja os resultados do inquérito

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Seminário - Viver na Multiculturalidade

Vai decorrer na Escola, no dia 26 de Maio de 2008, das 15 às 19:30 horas, um Seminário sobre a Multiculturalidade, no Pavilhão 4, Auditório.

O Seminário tem a participação dos Professores convidados:
  • Professora Doutora Marzia Grassi
  • Professor Doutor Diniz Silva

Para mais informações consulta a página - Seminário: "Viver na Multiculturalidade"

Álbuns da web do Picasa - Carlos - Aldeias Histó...

Álbuns da web do Picasa - Carlos - Aldeias Histó...

sábado, 10 de maio de 2008

TEMA DE MAIO: PAISAGENS

Envia-nos as mais lindas paisagens do teu país de origem. Colabora!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Dia da Europa

No dia 9 de Maio comemora-se o Dia da Europa.
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Para saberes como tudo começou lê a "Declaração Schuman"
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Começa assim:
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"A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam (...) . Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz."
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Declaração Schuman - texto integral
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Para conheceres o hino da União Europeia:

sexta-feira, 4 de abril de 2008

CASTELO DE GUIMARÃES: O BERÇO DA NOSSA NACIONALIDADE



Teria de se tornar uma das 7 maravilhas de Portugal.

CASTELO DE ÓBIDOS




Outras das maravilhas de Portugal, ponto obrigatório de visita.

MOSTEIRO DA ALCOBAÇA



Outro belíssimo
representante
das 7 maravilhas de Portugal

PALÁCIO DA PENA




Enquadrada pela belíssima paisagem de Sintra, eis outra das 7 maravilhas de Portugal!

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS



Junto da Torre de Belém e também conhecido por Santa Maria de Belém, constitui mais uma belíssima maravilha de Portugal

MOSTEIRO DA BATALHA



Outra das 7 Maravilhas de Portugal

TORRE DE BELÉM, O EX-LIBRIS DE PORTUGAL. LINDA!!!


Eleita uma das 7 maravilhas de Portugal.

TEMA DO MÊS DE ABRIL : MONUMENTOS

Atenção ao tema do mês de Abril!

Envia os monumentos mais importantes do teu país de origem.

PARTICIPA!!!

sábado, 22 de março de 2008

ORIGENS DA PÁSCOA

A PÁSCOA: Origens e Simbologia  A Páscoa é para o Mundo Cristão uma das principais festas religiosas invocando, durante a Semana Santa, o suplício e morte de Jesus e a sua Ressurreição no Domingo de Páscoa. OrigensMas esta festa religiosa tem as suas origens há muitos séculos atrás, numa festa de passagem. Entre os povos da Antiguidade, o fim do Inverno e o início da Primavera era um momento muito importante, pois representava o final de um período de difícil sobrevivência e o começo de um outro mais prometedor.Celebrada no início da Primavera, no mês de Março, esta festa marcava, assim, a passagem de uma época “de trevas” para uma “de luz”. O Termo “Páscoa” em latim, Pascae, em grego, “Paskha” e que surge pela primeira vez com os Hebreus como Pessah, significa Passagem. Fosse a passagem do Inverno para a Primavera, de uma época de “trevas” para uma de “luz” ou a passagem dos Hebreus pelo Mar Vermelho foi sempre ocasião de festa. Apesar de ter as suas origens na festa judaica, pois Jesus como Judeu celebrou a Pessah, é óbvio que a Páscoa cristã tem um significado muito diferente da Judaica. Para os Judeus a Pessah comemora o Êxodo dos hebreus, por volta de 1250 a.C., do Egipto para a Terra Prometida com a Passagem do Mar Vermelho, terminando assim os anos de escravidão do povo hebreu.Tem a duração de oito dias e celebra-se no dia 15 do mês de Nissan do Calendário judaico que se rege pelo movimento da Lua (calendário lunissolar) e que faz a contagem dos anos a partir da criação do Mundo. Apesar das diferenças do Calendário Judaico e do Gregoriano, por vezes a Páscoa e a Pessah coincidem. Este ano a Pessah ocorre, segundo o nosso calendário, a 20 de Abril.Durante muito tempo, a Pessah foi festejada no Templo de Jerusalém onde os cordeiros eram sacrificados.Hoje em dia é sobretudo uma festa de família e tem o seu ponto alto no Jantar do Seder, que serve não só como comemoração do Êxodo do Egipto mas também como uma forma de ensinar às gerações mais novas a Torah e a História do povo Judeu.  Um osso de cordeiro – em memória do cordeiro sacrificado por Moisés –, o pão ázimo – pão não fermentado que invoca o pão que, na fuga do Egipto, os Hebreus não tiveram tempo de deixar fermentar – e as ervas amargas – que representam os terríveis anos de cativeiro dos Hebreus no Egipto –, são elementos obrigatórios em qualquer Seder.Este Jantar termina com os votos de “Para o Ano que vem em Jerusalém” em memória dos séculos e séculos que os Judeus estiveram privados desta sua cidade. Para nós, cristãos, tem um significado puramente religioso em que se comemora o sofrimento de Jesus na terra, que morreu crucificado para nos salvar.  A Semana Santa que termina no Domingo de Páscoa, com a celebração da Ressurreição de Cristo é um dia de festa para todos os cristãos.Simbologia Os símbolos que, hoje em dia, estão associados à Páscoa têm, também, as suas origens há séculos atrás. Para os egípcios e persas, os ovos, símbolos do nascimento, eram tingidos e oferecidos aos amigos na Primavera.A PÁSCOA: Origens e Simbologia  A Páscoa é para o Mundo Cristão uma das principais festas religiosas invocando, durante a Semana Santa, o suplício e morte de Jesus e a sua Ressurreição no Domingo de Páscoa.OrigensMas esta festa religiosa tem as suas origens há muitos séculos atrás, numa festa de passagem. Entre os povos da Antiguidade, o fim do Inverno e o início da Primavera era um momento muito importante, pois representava o final de um período de difícil sobrevivência e o começo de um outro mais prometedor.Celebrada no início da Primavera, no mês de Março, esta festa marcava, assim, a passagem de uma época “de trevas” para uma “de luz”.O Termo “Páscoa” em latim, Pascae, em grego, “Paskha” e que surge pela primeira vez com os Hebreus como Pessah, significa Passagem.Fosse a passagem do Inverno para a Primavera, de uma época de “trevas” para uma de “luz” ou a passagem dos Hebreus pelo Mar Vermelho foi sempre ocasião de festa.Apesar de ter as suas origens na festa judaica, pois Jesus como Judeu celebrou a Pessah, é óbvio que a Páscoa cristã tem um significado muito diferente da Judaica.Para os Judeus a Pessah comemora o Êxodo dos hebreus, por volta de 1250 a.C., do Egipto para a Terra Prometida com a Passagem do Mar Vermelho, terminando assim os anos de escravidão do povo hebreu.Tem a duração de oito dias e celebra-se no dia 15 do mês de Nissan do Calendário judaico que se rege pelo movimento da Lua (calendário lunissolar) e que faz a contagem dos anos a partir da criação do Mundo.Apesar das diferenças do Calendário Judaico e do Gregoriano, por vezes a Páscoa e a Pessah coincidem. Este ano a Pessah ocorre, segundo o nosso calendário, a 20 de Abril.Durante muito tempo, a Pessah foi festejada no Templo de Jerusalém onde os cordeiros eram sacrificados.Hoje em dia é sobretudo uma festa de família e tem o seu ponto alto no Jantar do Seder, que serve não só como comemoração do Êxodo do Egipto mas também como uma forma de ensinar às gerações mais novas a Torah e a História do povo Judeu.Um osso de cordeiro – em memória do cordeiro sacrificado por Moisés –, o pão ázimo – pão não fermentado que invoca o pão que, na fuga do Egipto, os Hebreus não tiveram tempo de deixar fermentar – e as ervas amargas – que representam os terríveis anos de cativeiro dos Hebreus no Egipto –, são elementos obrigatórios em qualquer Seder.Este Jantar termina com os votos de “Para o Ano que vem em Jerusalém” em memória dos séculos e séculos que os Judeus estiveram privados desta sua cidade.Para nós, cristãos, tem um significado puramente religioso em que se comemora o sofrimento de Jesus na terra, que morreu crucificado para nos salvar. A Semana Santa que termina no Domingo de Páscoa, com a celebração da Ressurreição de Cristo é um dia de festa para todos os cristãos. SimbologiaOs símbolos que, hoje em dia, estão associados à Páscoa têm, também, as suas origens há séculos atrás.Para os egípcios e persas, os ovos, símbolos do nascimento, eram tingidos e oferecidos aos amigos na Primavera. Também na Idade Média, povos pagãos europeus homenageavam Ostera, a Deusa da Primavera, representada por uma figura que segurava na mão um ovo e que observava um coelho, ambos símbolos da fertilidade e do nascimento.Os ovos, pintados com figuras mágicas, eram posteriormente enterrados ou atirados ao fogo como oferta aos Deuses.O amarelo e o verde, cores da Primavera eram as preferidas da Deusa Ostera.O coelho que foi sempre associado, por muitos povos, ao nascimento e à fertilidade, devido ao grande número de filhos que tinham, é também hoje em dia um dos símbolos da Páscoa cristã. O chocolate, por exemplo, data das civilizações Maias e Astecas que o consideravam algo de sagrado.Na Europa aparece por volta do séc. XVI e é considerado como um alimento afrodisíaco e que dava vigor, sendo em alguns locais reservado aos Governantes e Soldados.Pode-se pois afirmar que o cristianismo aproveitou estes símbolos adaptando-os à sua religião e festas.Assim, ovos pintados ou de chocolate, que se escondem para o delírio das crianças; coelhos de chocolate oferecidos nesta época; o cordeiro ou cabrito, que faz parte do Almoço do Domingo de Páscoa, são tradições com séculos de existência.Infelizmente, hoje em dia, tanto as principais festas religiosas como o Natal e a Páscoa, assim como os seus símbolos, perderam muito das suas origens e do seu carácter religioso para se transformarem em épocas e em produtos de consumo por excelência.Perdeu-se a magia e a espiritualidade, dando-se lugar ao supérfluo e ao consumismo.FELIZ PÁSCOA!!!Publicação: Wednesday, March 19, 2008 10:48 PM por Anahory Arquivado em: Páscoa 

quinta-feira, 20 de março de 2008

Globalização - Conferência Internacional

Nos dias 16, 17 e 18 de Junho de 2008 realiza-se na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa, uma conferência internacional promovida na UID Observatório de Políticas de Educação e Contextos Educativos. O objectivo da Conferência é proporcionar um amplo debate científico em torno das problemáticas da globalização e dos seus impactes nas políticas de educação e do trabalho dos professores, bem como da emergência de novos modos de governação e de regulação do campo educativo.

mais informação em - http://eventos.ulusofona.pt/globalizacao/conf_pt.html

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

A Portuguesa

Hino Nacional, tocado à Guitarra Eléctrica por um cidadão Brasileiro.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Greenpeace Critica Exploração da Antártida

GREENPEACE CRITICA GRÃ-BRETANHA POR PLANEJAR EXPLORAÇÃO NA ANTÁRTIDA

O grupo ambientalista Greenpeace criticou hoje duramente o governo da Grã-Bretanha por anunciar que irá pedir à ONU para estender a plataforma marítima da Antártida com fins comerciais, pondo em perigo a ecologia e a biodiversidade do local.
Nesta quarta-feira, o ministério das Relações Exteriores britânico confirmou que tem prazo até maio de 2009 para apresentar o pedido de extensão territorial, pelo qual poderia ficar com até um milhão de quilômetros quadrados de superfície marítima.
A Grã-Bretanha busca assim explorar reservas de petróleo, gás e minas, com potenciais lucros milionários para o país.
Este pedido desafia o Tratado Antártico de 1959, do qual a Grã-Bretanha é participante, pelo qual se proíbe toda e qualquer exploração dos recursos naturais na Antártida a menos que seja com fins científicos ou de investigação.
Karen Sack, chefe da seção oceanográfica do Greenpeace International, declarou que se sabe muito pouco sobre o impacto ambiental na vida marinha pela exploração em águas na Antártida.
"Não sabemos é que tipo de impacto estas atividades de exploração terão. Contamos com mais mapas da Lua que das profundezas oceânicas. No entanto, onde existem peixes de águas profundas, existe a possibilidade de achar mais espécies. Esperamos que deixem a Antártida como está", acrescentou.

(ANSA) 18/10/2007 11:10

Notícia retirada de:
http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/natureza/20071018111034469253.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

domingo, 20 de janeiro de 2008

Pedido de colaboração

Publicámos recentemente, na barra lateral, um espaço para a divulgação de festas e tradições culturais.
Se souberes de festas e tradições que queiras partilhar connosco, e ver divulgadas neste blog, envia-nos a informação, e o teu contacto, para o nosso email.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

bandeira e Hino da Guiné Bissau


Hino nacional da Guiné-Bissau

Esta é a Nossa Pátria Bem Amada é o hino nacional da Guiné-Bissau.

Escrito por Amílcar Cabral.

Foi o também o hino nacional de Cabo Verde antes de 1996.

Sol, suor e o verde e mar,
Séculos de dor e esperança!
Esta é a terra dos nossos avós!
Fruto das nossas mãos,
Da flor do nosso sangue:
Esta é a nossa pátria amada

Refrão
Viva a pátria gloriosa!
Floriu nos céus a bandeira de luta.
Avante, contra o jugo estrangeiro!
Nós vamos construir
Na pátria imortal
A paz e o progresso!
(repete as três linhas anteriores)
Paz e o progresso!

Ramos do mesmo tronco,
Olhos na mesma luz:
Esta é a força da nossa união!
Cantem o mar e a terra
A madrugada e o sol
Que a nossa luta fecundou.

Racismo - Diz NÃO!!!

Combate a ignorância!... Trabalho realizado por Rita Mendes, do 12º 3, em 11 de Dezembro de 2007.

Antonio Valdez Entrevista Edite Rosario.mp3

Hinos de Países Lusófonos

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