Que horas são?
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
domingo, 30 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
DIA DE S. MARTINHO
http://doce.rio13.googlepages.com/s.martinho.ppt
Uma história para pequenos e crescidos lá de casa...
Uma história para pequenos e crescidos lá de casa...
DIA DA ESCOLA

Para continuar a implementar um diálogo entre culturas, baseado na tolerância e na partilha, vamos celebrar o dia da Escola apresentando trabalhos, em PowerPoint, elaborados pelas turmas 10º6 e 10º8, no ano lectivo anterior, subordinados ao tema: Pessoa e Cultura.
O programa será o seguinte:
exibição, no Anfiteatro do pavilhão 4, dos trabalhos elaborados pela turma 10º6, entre as 12.30h e as 13.15h e, dos trabalhos elaborados pela turma 10º8, entre as 17.45h e as 18.30h.
Está convidada toda a comunidade escolar.
sábado, 1 de novembro de 2008
Sociedade da Informação
Território: implicações do digital
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008
DIA DE TODOS-OS-SANTOS
EMRC, Festas e Tradições Portuguesas - Novembro
Festas e Tradições Portuguesas
Jorge Barros, Soledade Martinho Costa (Círculo de Leitores)
Dia de Todos os Santos
DIA 1
Celebração universal, fixada oficialmente
no século IX, em louvor de todos os santos
da Igreja Católica.
Nos primeiros séculos da era cristã, o culto de louvor aos santos resumia-se unicamente aos mártires, que
usufruíam da veneração dos fiéis, com as celebrações em sua intenção a terem lugar nos subterrâneos das
catacumbas e no interior das primeiras basílicas. Em Antioquia, o primeiro domingo de Pentecostes ou o
domingo imediato era reservado à consagração de todos os mártires em comum, culto que se estendeu ao
Ocidente, dedicado depois a todos os mártires e também aos Apóstolos e aos anjos. No início do século
VII (609), quando o papa Bonifácio IV recebe e santifica a propriedade do Panteão do Campo de Júpiter
ou de Marte (templo mandado construir por Vipsânio Agripa, general romano, ministro e genro do
imperador Augusto, encerrado ao culto desde o século v), toma a iniciativa de que o famoso panteão seja
dedicado à Virgem Maria e a todos os cristãos já canonizados. Enquanto não se procedeu à sua
beatificação, eram adorados no panteão romano o Sol e os cinco planetas até aí conhecidos, símbolos dos
deuses pagãos. Um ano depois, a 13 de Maio, para assinalar essa dedicação, realiza-se a primeira festa
litúrgica em comemoração de todos os santos em geral.
De acordo com a tradição, os primórdios da festa (Idade Média) prendem-se também com o facto da
Igreja poder ter esquecido durante o ano, nas suas celebrações, o nome de algum santo e de omitir aqueles
que não figuravam no calendário litúrgico, aos quais correspondiam algumas festividades de cariz
particular a eles consagradas, corrigindo desta maneira essa falta - além de se admitir que a celebração
traria benefícios graças à intercessão de todos os santos junto de Deus, devido às orações que lhes eram
dedicadas neste dia pêlos fiéis.
Designado primitivamente dia de Nossa Senhora dos Mártires, a data foi celebrada durante mais de dois
séculos no dia 13 de Maio com um ofício próprio, enquanto por volta de 737 passa a ser incluída no
cânone da missa uma alocução dedicada a todos os santos. Ainda no século VIII (741), Gregório III
manda erigir na Basílica de São Pedro, em Roma, uma capela dedicada ao Divino Salvador, a sua
Santíssima Mãe, aos Apóstolos e a todos os mártires e confessores, dando-se assim um maior impulso à
Festa de Todos os Santos. No século IX (835), a data desta festa religiosa é então fixada no dia l de
Novembro pelo papa Gregório IV, que de há muito vinha pressionando Luís I, o Piedoso, rei de França,
de modo a emitir um decreto que oficializasse a celebração. Com efeito, a partir de 837, por decreto real,
a data da festividade no dia l de Novembro torna-se universal, constituindo uma das maiores solenidades
para toda a Igreja Cristã.
No final do século X, Santo Odilão ou Odilon, quarto abade de Cluny (994-1048), junta às celebrações
em louvor dos santos algumas orações em favor do descanso eterno dos defuntos. Esta introdução levou
mais tarde a que se procedesse à separação das duas datas, vindo o dia l de Novembro a ser consagrado a
todos os santos da Igreja Católica, enquanto o dia 2 passou a ser dedicado exclusivamente aos fiéis
defuntos.
Festas e Tradições Portuguesas
Jorge Barros, Soledade Martinho Costa (Círculo de Leitores)
Dia de Todos os Santos
DIA 1
Celebração universal, fixada oficialmente
no século IX, em louvor de todos os santos
da Igreja Católica.
Nos primeiros séculos da era cristã, o culto de louvor aos santos resumia-se unicamente aos mártires, que
usufruíam da veneração dos fiéis, com as celebrações em sua intenção a terem lugar nos subterrâneos das
catacumbas e no interior das primeiras basílicas. Em Antioquia, o primeiro domingo de Pentecostes ou o
domingo imediato era reservado à consagração de todos os mártires em comum, culto que se estendeu ao
Ocidente, dedicado depois a todos os mártires e também aos Apóstolos e aos anjos. No início do século
VII (609), quando o papa Bonifácio IV recebe e santifica a propriedade do Panteão do Campo de Júpiter
ou de Marte (templo mandado construir por Vipsânio Agripa, general romano, ministro e genro do
imperador Augusto, encerrado ao culto desde o século v), toma a iniciativa de que o famoso panteão seja
dedicado à Virgem Maria e a todos os cristãos já canonizados. Enquanto não se procedeu à sua
beatificação, eram adorados no panteão romano o Sol e os cinco planetas até aí conhecidos, símbolos dos
deuses pagãos. Um ano depois, a 13 de Maio, para assinalar essa dedicação, realiza-se a primeira festa
litúrgica em comemoração de todos os santos em geral.
De acordo com a tradição, os primórdios da festa (Idade Média) prendem-se também com o facto da
Igreja poder ter esquecido durante o ano, nas suas celebrações, o nome de algum santo e de omitir aqueles
que não figuravam no calendário litúrgico, aos quais correspondiam algumas festividades de cariz
particular a eles consagradas, corrigindo desta maneira essa falta - além de se admitir que a celebração
traria benefícios graças à intercessão de todos os santos junto de Deus, devido às orações que lhes eram
dedicadas neste dia pêlos fiéis.
Designado primitivamente dia de Nossa Senhora dos Mártires, a data foi celebrada durante mais de dois
séculos no dia 13 de Maio com um ofício próprio, enquanto por volta de 737 passa a ser incluída no
cânone da missa uma alocução dedicada a todos os santos. Ainda no século VIII (741), Gregório III
manda erigir na Basílica de São Pedro, em Roma, uma capela dedicada ao Divino Salvador, a sua
Santíssima Mãe, aos Apóstolos e a todos os mártires e confessores, dando-se assim um maior impulso à
Festa de Todos os Santos. No século IX (835), a data desta festa religiosa é então fixada no dia l de
Novembro pelo papa Gregório IV, que de há muito vinha pressionando Luís I, o Piedoso, rei de França,
de modo a emitir um decreto que oficializasse a celebração. Com efeito, a partir de 837, por decreto real,
a data da festividade no dia l de Novembro torna-se universal, constituindo uma das maiores solenidades
para toda a Igreja Cristã.
No final do século X, Santo Odilão ou Odilon, quarto abade de Cluny (994-1048), junta às celebrações
em louvor dos santos algumas orações em favor do descanso eterno dos defuntos. Esta introdução levou
mais tarde a que se procedesse à separação das duas datas, vindo o dia l de Novembro a ser consagrado a
todos os santos da Igreja Católica, enquanto o dia 2 passou a ser dedicado exclusivamente aos fiéis
defuntos.
Celtas inventaram o Halloween para celebrar os espíritos de seus mortos

O Halloween nasceu entre os celtas, que, em 31 de outubro, véspera de seu ano novo, faziam uma grande fogueira em homenagem aos mortos (Foto: Arte/G1)
Quando os celtas inventaram o Halloween, a tradição não mandava comer guloseimas nem se fantasiar de bruxa. O objetivo era celebrar o começo do inverno e homenagear os espíritos dos mortos. Na região da atual Irlanda, há aproximadamente 2 mil anos (data estimada pelos historiadores), os celtas comemoravam seu ano novo em 1º de novembro, data que também marcava o fim das estações quentes do ano. Eles acreditavam que, na véspera, chamada de “Samhain”, o mundo dos vivos e dos mortos se mesclava. A festa do “Samhain” incluía o sacrifício de animais e uma grande fogueira em homenagem aos mortos. O cristianismo é que teria injetado o ar “diabólico” ao Halloween, já que associava espíritos e fantasmas ao paganismo e ao mal. Mas a festa originalmente não tinha a intenção de ser assustadora, mas sim uma celebração.
terça-feira, 15 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
AMADORAEDUCA 2008
Os trabalhos,em power-point,das turmas 10º6 e 10º8, subordinados ao tema Pessoa e Cultura, estão a ser exibidos durante este evento.
terça-feira, 3 de junho de 2008
SEMINÁRIO-Viver na Multiculturalidade
Decorreu na Escola, no passado dia 12 de Maio,no Pavilhão 4, Auditório, um Seminário em que os alunos ,das turmas 10º 6 e 10º 8, apresentaram à Câmara Municipal e à Comunidade Escolar, 8 trabalhos relacionados com o tema:Pessoa e Cultura.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Inquérito Socioeducativo
O Dr. Manuel Morgado apresentou no Seminário - Viver na Multiculturalidade, no dia 26 de Maio de 2008, o resultado do "Inquérito Socioeducativo" realizado na Escola Secundária de Seomara da Costa Primo, no ano-lectivo 2007/2008
Veja os resultados do inquérito
quarta-feira, 28 de maio de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Seminário - Viver na Multiculturalidade
Vai decorrer na Escola, no dia 26 de Maio de 2008, das 15 às 19:30 horas, um Seminário sobre a Multiculturalidade, no Pavilhão 4, Auditório.
O Seminário tem a participação dos Professores convidados:
O Seminário tem a participação dos Professores convidados:
- Professora Doutora Marzia Grassi
- Professor Doutor Diniz Silva
Para mais informações consulta a página - Seminário: "Viver na Multiculturalidade"
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Dia da Europa
No dia 9 de Maio comemora-se o Dia da Europa.
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Para saberes como tudo começou lê a "Declaração Schuman"
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Começa assim:
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"A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam (...) . Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz."
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Declaração Schuman - texto integral
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Para conheceres o hino da União Europeia:
sexta-feira, 4 de abril de 2008
MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS
TEMA DO MÊS DE ABRIL : MONUMENTOS
Atenção ao tema do mês de Abril!
Envia os monumentos mais importantes do teu país de origem.
PARTICIPA!!!
Envia os monumentos mais importantes do teu país de origem.
PARTICIPA!!!
sábado, 22 de março de 2008
ORIGENS DA PÁSCOA
A PÁSCOA: Origens e Simbologia A Páscoa é para o Mundo Cristão uma das principais festas religiosas invocando, durante a Semana Santa, o suplício e morte de Jesus e a sua Ressurreição no Domingo de Páscoa. OrigensMas esta festa religiosa tem as suas origens há muitos séculos atrás, numa festa de passagem. Entre os povos da Antiguidade, o fim do Inverno e o início da Primavera era um momento muito importante, pois representava o final de um período de difícil sobrevivência e o começo de um outro mais prometedor.Celebrada no início da Primavera, no mês de Março, esta festa marcava, assim, a passagem de uma época “de trevas” para uma “de luz”. O Termo “Páscoa” em latim, Pascae, em grego, “Paskha” e que surge pela primeira vez com os Hebreus como Pessah, significa Passagem. Fosse a passagem do Inverno para a Primavera, de uma época de “trevas” para uma de “luz” ou a passagem dos Hebreus pelo Mar Vermelho foi sempre ocasião de festa. Apesar de ter as suas origens na festa judaica, pois Jesus como Judeu celebrou a Pessah, é óbvio que a Páscoa cristã tem um significado muito diferente da Judaica. Para os Judeus a Pessah comemora o Êxodo dos hebreus, por volta de 1250 a.C., do Egipto para a Terra Prometida com a Passagem do Mar Vermelho, terminando assim os anos de escravidão do povo hebreu.Tem a duração de oito dias e celebra-se no dia 15 do mês de Nissan do Calendário judaico que se rege pelo movimento da Lua (calendário lunissolar) e que faz a contagem dos anos a partir da criação do Mundo. Apesar das diferenças do Calendário Judaico e do Gregoriano, por vezes a Páscoa e a Pessah coincidem. Este ano a Pessah ocorre, segundo o nosso calendário, a 20 de Abril.Durante muito tempo, a Pessah foi festejada no Templo de Jerusalém onde os cordeiros eram sacrificados.Hoje em dia é sobretudo uma festa de família e tem o seu ponto alto no Jantar do Seder, que serve não só como comemoração do Êxodo do Egipto mas também como uma forma de ensinar às gerações mais novas a Torah e a História do povo Judeu. Um osso de cordeiro – em memória do cordeiro sacrificado por Moisés –, o pão ázimo – pão não fermentado que invoca o pão que, na fuga do Egipto, os Hebreus não tiveram tempo de deixar fermentar – e as ervas amargas – que representam os terríveis anos de cativeiro dos Hebreus no Egipto –, são elementos obrigatórios em qualquer Seder.Este Jantar termina com os votos de “Para o Ano que vem em Jerusalém” em memória dos séculos e séculos que os Judeus estiveram privados desta sua cidade.
Para nós, cristãos, tem um significado puramente religioso em que se comemora o sofrimento de Jesus na terra, que morreu crucificado para nos salvar. A Semana Santa que termina no Domingo de Páscoa, com a celebração da Ressurreição de Cristo é um dia de festa para todos os cristãos.Simbologia Os símbolos que, hoje em dia, estão associados à Páscoa têm, também, as suas origens há séculos atrás. Para os egípcios e persas, os ovos, símbolos do nascimento, eram tingidos e oferecidos aos amigos na Primavera.A PÁSCOA: Origens e Simbologia A Páscoa é para o Mundo Cristão uma das principais festas religiosas invocando, durante a Semana Santa, o suplício e morte de Jesus e a sua Ressurreição no Domingo de Páscoa.OrigensMas esta festa religiosa tem as suas origens há muitos séculos atrás, numa festa de passagem. Entre os povos da Antiguidade, o fim do Inverno e o início da Primavera era um momento muito importante, pois representava o final de um período de difícil sobrevivência e o começo de um outro mais prometedor.Celebrada no início da Primavera, no mês de Março, esta festa marcava, assim, a passagem de uma época “de trevas” para uma “de luz”.O Termo “Páscoa” em latim, Pascae, em grego, “Paskha” e que surge pela primeira vez com os Hebreus como Pessah, significa Passagem.Fosse a passagem do Inverno para a Primavera, de uma época de “trevas” para uma de “luz” ou a passagem dos Hebreus pelo Mar Vermelho foi sempre ocasião de festa.Apesar de ter as suas origens na festa judaica, pois Jesus como Judeu celebrou a Pessah, é óbvio que a Páscoa cristã tem um significado muito diferente da Judaica.Para os Judeus a Pessah comemora o Êxodo dos hebreus, por volta de 1250 a.C., do Egipto para a Terra Prometida com a Passagem do Mar Vermelho, terminando assim os anos de escravidão do povo hebreu.Tem a duração de oito dias e celebra-se no dia 15 do mês de Nissan do Calendário judaico que se rege pelo movimento da Lua (calendário lunissolar) e que faz a contagem dos anos a partir da criação do Mundo.Apesar das diferenças do Calendário Judaico e do Gregoriano, por vezes a Páscoa e a Pessah coincidem. Este ano a Pessah ocorre, segundo o nosso calendário, a 20 de Abril.Durante muito tempo, a Pessah foi festejada no Templo de Jerusalém onde os cordeiros eram sacrificados.Hoje em dia é sobretudo uma festa de família e tem o seu ponto alto no Jantar do Seder, que serve não só como comemoração do Êxodo do Egipto mas também como uma forma de ensinar às gerações mais novas a Torah e a História do povo Judeu.Um osso de cordeiro – em memória do cordeiro sacrificado por Moisés –, o pão ázimo – pão não fermentado que invoca o pão que, na fuga do Egipto, os Hebreus não tiveram tempo de deixar fermentar – e as ervas amargas – que representam os terríveis anos de cativeiro dos Hebreus no Egipto –, são elementos obrigatórios em qualquer Seder.Este Jantar termina com os votos de “Para o Ano que vem em Jerusalém” em memória dos séculos e séculos que os Judeus estiveram privados desta sua cidade.Para nós, cristãos, tem um significado puramente religioso em que se comemora o sofrimento de Jesus na terra, que morreu crucificado para nos salvar. A Semana Santa que termina no Domingo de Páscoa, com a celebração da Ressurreição de Cristo é um dia de festa para todos os cristãos. SimbologiaOs símbolos que, hoje em dia, estão associados à Páscoa têm, também, as suas origens há séculos atrás.Para os egípcios e persas, os ovos, símbolos do nascimento, eram tingidos e oferecidos aos amigos na Primavera.
Também na Idade Média, povos pagãos europeus homenageavam Ostera, a Deusa da Primavera, representada por uma figura que segurava na mão um ovo e que observava um coelho, ambos símbolos da fertilidade e do nascimento.Os ovos, pintados com figuras mágicas, eram posteriormente enterrados ou atirados ao fogo como oferta aos Deuses.O amarelo e o verde, cores da Primavera eram as preferidas da Deusa Ostera.O coelho que foi sempre associado, por muitos povos, ao nascimento e à fertilidade, devido ao grande número de filhos que tinham, é também hoje em dia um dos símbolos da Páscoa cristã. O chocolate, por exemplo, data das civilizações Maias e Astecas que o consideravam algo de sagrado.Na Europa aparece por volta do séc. XVI e é considerado como um alimento afrodisíaco e que dava vigor, sendo em alguns locais reservado aos Governantes e Soldados.Pode-se pois afirmar que o cristianismo aproveitou estes símbolos adaptando-os à sua religião e festas.Assim, ovos pintados ou de chocolate, que se escondem para o delírio das crianças; coelhos de chocolate oferecidos nesta época; o cordeiro ou cabrito, que faz parte do Almoço do Domingo de Páscoa, são tradições com séculos de existência.Infelizmente, hoje em dia, tanto as principais festas religiosas como o Natal e a Páscoa, assim como os seus símbolos, perderam muito das suas origens e do seu carácter religioso para se transformarem em épocas e em produtos de consumo por excelência.Perdeu-se a magia e a espiritualidade, dando-se lugar ao supérfluo e ao consumismo.FELIZ PÁSCOA!!!Publicação: Wednesday, March 19, 2008 10:48 PM por Anahory Arquivado em: Páscoa


quinta-feira, 20 de março de 2008
Globalização - Conferência Internacional
Nos dias 16, 17 e 18 de Junho de 2008 realiza-se na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa, uma conferência internacional promovida na UID Observatório de Políticas de Educação e Contextos Educativos. O objectivo da Conferência é proporcionar um amplo debate científico em torno das problemáticas da globalização e dos seus impactes nas políticas de educação e do trabalho dos professores, bem como da emergência de novos modos de governação e de regulação do campo educativo.
mais informação em - http://eventos.ulusofona.pt/globalizacao/conf_pt.html
sábado, 8 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Greenpeace Critica Exploração da Antártida
GREENPEACE CRITICA GRÃ-BRETANHA POR PLANEJAR EXPLORAÇÃO NA ANTÁRTIDA
O grupo ambientalista Greenpeace criticou hoje duramente o governo da Grã-Bretanha por anunciar que irá pedir à ONU para estender a plataforma marítima da Antártida com fins comerciais, pondo em perigo a ecologia e a biodiversidade do local.
Nesta quarta-feira, o ministério das Relações Exteriores britânico confirmou que tem prazo até maio de 2009 para apresentar o pedido de extensão territorial, pelo qual poderia ficar com até um milhão de quilômetros quadrados de superfície marítima.
A Grã-Bretanha busca assim explorar reservas de petróleo, gás e minas, com potenciais lucros milionários para o país.
Este pedido desafia o Tratado Antártico de 1959, do qual a Grã-Bretanha é participante, pelo qual se proíbe toda e qualquer exploração dos recursos naturais na Antártida a menos que seja com fins científicos ou de investigação.
Karen Sack, chefe da seção oceanográfica do Greenpeace International, declarou que se sabe muito pouco sobre o impacto ambiental na vida marinha pela exploração em águas na Antártida.
"Não sabemos é que tipo de impacto estas atividades de exploração terão. Contamos com mais mapas da Lua que das profundezas oceânicas. No entanto, onde existem peixes de águas profundas, existe a possibilidade de achar mais espécies. Esperamos que deixem a Antártida como está", acrescentou.
(ANSA) 18/10/2007 11:10
Notícia retirada de:
http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/natureza/20071018111034469253.html
O grupo ambientalista Greenpeace criticou hoje duramente o governo da Grã-Bretanha por anunciar que irá pedir à ONU para estender a plataforma marítima da Antártida com fins comerciais, pondo em perigo a ecologia e a biodiversidade do local.
Nesta quarta-feira, o ministério das Relações Exteriores britânico confirmou que tem prazo até maio de 2009 para apresentar o pedido de extensão territorial, pelo qual poderia ficar com até um milhão de quilômetros quadrados de superfície marítima.
A Grã-Bretanha busca assim explorar reservas de petróleo, gás e minas, com potenciais lucros milionários para o país.
Este pedido desafia o Tratado Antártico de 1959, do qual a Grã-Bretanha é participante, pelo qual se proíbe toda e qualquer exploração dos recursos naturais na Antártida a menos que seja com fins científicos ou de investigação.
Karen Sack, chefe da seção oceanográfica do Greenpeace International, declarou que se sabe muito pouco sobre o impacto ambiental na vida marinha pela exploração em águas na Antártida.
"Não sabemos é que tipo de impacto estas atividades de exploração terão. Contamos com mais mapas da Lua que das profundezas oceânicas. No entanto, onde existem peixes de águas profundas, existe a possibilidade de achar mais espécies. Esperamos que deixem a Antártida como está", acrescentou.
(ANSA) 18/10/2007 11:10
Notícia retirada de:
http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/natureza/20071018111034469253.html
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
TRAJES TÍPICOS:tema para desenvolver no mês de Fevereiro
Envia a tua participação! Certamente a tua cultura tem muitos trajes típicos.
domingo, 20 de janeiro de 2008
Pedido de colaboração
Publicámos recentemente, na barra lateral, um espaço para a divulgação de festas e tradições culturais.
Se souberes de festas e tradições que queiras partilhar connosco, e ver divulgadas neste blog, envia-nos a informação, e o teu contacto, para o nosso email.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
bandeira e Hino da Guiné Bissau

Hino nacional da Guiné-Bissau
Esta é a Nossa Pátria Bem Amada é o hino nacional da Guiné-Bissau.
Escrito por Amílcar Cabral.
Foi o também o hino nacional de Cabo Verde antes de 1996.
Sol, suor e o verde e mar,
Séculos de dor e esperança!
Esta é a terra dos nossos avós!
Fruto das nossas mãos,
Da flor do nosso sangue:
Esta é a nossa pátria amada
Refrão
Viva a pátria gloriosa!
Floriu nos céus a bandeira de luta.
Avante, contra o jugo estrangeiro!
Nós vamos construir
Na pátria imortal
A paz e o progresso!
(repete as três linhas anteriores)
Paz e o progresso!
Ramos do mesmo tronco,
Olhos na mesma luz:
Esta é a força da nossa união!
Cantem o mar e a terra
A madrugada e o sol
Que a nossa luta fecundou.
sábado, 12 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
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Racismo - Diz NÃO!!!
Combate a ignorância!...
Trabalho realizado por Rita Mendes, do 12º 3, em 11 de Dezembro de 2007.
Antonio Valdez Entrevista Edite Rosario.mp3
Hinos de Países Lusófonos
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